Também acontece…

Espectador em teatro ouvindo a audiodescrição com o fone de ouvido em volta do pescoço e em volume alto e os outros, em volta, fazendo “SSSCHHHHHHHHH!!!”, achando que ele está de papo com o vizinho; chiado forte ou interferência de vozes no microfone (em um seminário em um hotel em São Paulo, o participante cego ouvia o palestrante, a minha voz fazendo a AD e  outra palestrante que, no andar de baixo, falava aos prefeitos do Estado); cabine de audiodescrição no mesmo nível do auditório e do palco: quando os palestrantes se sentam, até o audiodescritor precisa de AD! A salvação da horta vem dos telões laterais que, às vezes, simplesmente se apagam; seminários de tecnologia em acessibilidade nos quais não há tempo de assistir, antes da projeção, a slides e vídeos: algumas imagens parecem artefatos alienígenas.  Tem solução? Tem, sim – e se não tiver a gente inventa uma (e rapidinho)!

@OutrosOlharesAD

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